segunda-feira, 30 de maio de 2016

COMO DESCOBRIR A VERDADE SOBRE VOCÊ MESMO?!

É surpreendente e até mesmo um pouco assustador, eu diria, a frequência com que fico mal sem entender muito bem a razão. Surge uma angustiazinha que me amarra a garganta e faz com que a voz saia fraquinha, fraquinha. Nesse dias, por mais que eu tente me envolver com alguma atividade ou tente repensar algum novo projeto, o prazer parece ter se escondido, receoso, como um cavalo marinho em um coral pouco colorido. Você conhece essa sensação?






Lendo um livro pela segunda vez, me atentei a uma teoria possível sobre a razão para que todas as pessoas do planeta se sentissem assim em algum momento de suas vidas: o afastamento da verdade. Sim, da verdade. Pense bem: em todos os aspectos da vida da gente, a chance de nos afastarmos da verdade é grande e muito real. Carreira, família, amigos, amor, hobbies ... Qual era o meu plano "A" mais sonhado quanto à formação da minha futura família? Eu mantenho amizades construtivas ou invisto energia em relações frágeis? A carreira que escolhi me satisfaz pelo dinheiro que ganho ou porque eu acordo todos os dias e amo a ideia de ir ao trabalho? A cidade em que moro corresponde realmente ao meu estilo de vida e planos futuros? 

Pense. Você vai notar que é muito fácil mentirmos para nós mesmos. E essa é uma verdade que não deveríamos, em hipótese alguma, abraçar. Por medo, por conforto, por covardia, já me encontrei, várias vezes, considerando mentiras que criei para mim mesma. E, francamente, não há desperdício maior do que depositar energia em qualquer coisa que sirva para o autoengano. Ou o engano do outro, que seja. Eu não posso - e não quero - isso. Não agora que entendi como é tênue a linha entre a verdade e a mentira.

Com a leitura que fiz, entendi que há meios simples da gente desenvolver a verdade e deixá-la um pouquinho mais perto de nós. Trouxe e quero compartilhar com você a minha compreensão sobre eles porque espero, DE VERDADE, que possa te ajudar em algo, em algum momento. Vem comigo!


5 MANEIRAS DE SE APROXIMAR DA VERDADE:

Perceba: Compreendi que é impossível ser verdadeiro quanto a sua vida sem que você olhe para ela. Como uma fotografia, a gente deve observar e analisar cada aspecto dessa longa estrada da vida (vou correndo e não posso parar?). Diferente do que diz a canção sertaneja, não precisa haver pressa e é permitido parar se o caminho que estiver percorrendo for o caminho em que o seu coração não esteja. 

Preveja: A previsão vem da experiência. Nossas experiências nos permitem prever os resultados que nossas decisões poderão gerar. Mas, não cometa o mesmo erro que eu cometo, às vezes. Reforce os resultados positivos, não os negativos. Um exemplo? Não é porque não me adaptei bem a um local de trabalho que nunca mais me adaptarei a outro. Não é porque já me machuquei em relação ao amor que me machucarei para sempre. Não mesmo. Pessoas são únicas e brilhantemente diferentes, não é mesmo? Liberte-se, então, do autorreforço negativo.

Precise: Supergeneralizar, ter preconceito e criar falsas profecias (autorrealizáveis) são grandes manchas no que eu chamaria de mapa. Eu penso nisso como um mapa de caça ao tesouro, sabe? Como eu poderia encontrar o tesouro se manchas como essas que citei denegrirem o meu mapa? Peço desculpas pela minha metáfora infantil, mas me pareceu compreensível. Clareza é o único meio de alcançar a verdade. Desfaça-se do que deixa turva a sua visão.

Aceite: Se você aceitar as consequências de longo prazo para as suas escolhas como satisfatórias, ótimo! Bom mesmo! Mas, caso o contrário, se você não aceita o que suas escolhas possam vir a gerar no futuro, livre-se delas o quanto antes.

Conscientize-se: As decisões não devem ser tomadas quando estamos em um estado de energia baixinho. Já fiz isso tantas vezes que perdi a conta! É necessário que a gente não esteja nem otimista demais, nem pessimista demais quando se trata de fazer escolhas.



Fico feliz por ter descoberto isso! E, mais ainda, por ter a chance de compartilhar. Por fim, deixo com vocês uma confissão de verdades que descobri sobre mim mesma recentemente:

VERDADES QUE DESCOBRI A MEU RESPEITO:

❤ Quanto à carreira, mais me interessa realizar as minhas funções com prazer e calma do que com tensão e algum receio. Entendi que o sucesso vem quando a gente trabalha com aquilo que ama e, como disse Osho, "com o que faz seu coração pulsar". Acredito que ser riquíssima, de coração, nunca vai ser o meu objetivo. Uns teriam pena de mim por isso. E eu, por isso, teria pena deles.

❤ Onde quer que eu esteja, é possível, sim, criar boas relações. Basta estar receptiva e atenta às pessoas ao meu redor. E, claro, é completamente possível manter uma relação de amizade à distância, contanto que esse seja o desejo de ambas as partes.

❤ A lei da atração me agrada muitíssimo!

Viver perto do mar me faz feliz demais. Acabaram as dúvidas.

Com o tempo, os planos podem mudar. E não há problema algum nisso.

O meu amor precisa ser, antes de qualquer coisa, o meu grande amigo. E ter encontrado esse amor é uma das grandes verdades da minha vida. Te amo, Bru.

Descobri que é impossível pensar em mim mesma como um ser desconectado das outras pessoas e dos outros elementos do Universo. Todos somos energia. 

Por enquanto, são essas. Quando descobrir outras, venho contar. E quanto as suas verdades? O que poderia compartilhar com a gente? Penso em fazer um texto com elas. O que acha? Pense bem. Beijos e até!

sábado, 21 de maio de 2016

ACREDITE: MUITAS PESSOAS ADORARIAM CONHECER VOCÊ AGORA!

Acho que não é segredo para ninguém que quando nos mudamos de cidade, emprego ou de qualquer ambiente que nos deixe expostos a novas pessoas e situações, aquele friozinho na barriga sempre surge em algum momento. Vocês sabem, como contei por aqui algumas vezes, que estou morando em Angra dos Reis desde dezembro. Isso, infelizmente, me distanciou um pouquinho de algumas grandes amizades que eu tinha em Volta Redonda, minha antiga cidade. Sabe como é? Aquela questão de o virtual não ser suficiente para substituir o presencial (embora ajude muito a nos manter mais "pertinhos"). Bem, mas sem devaneios, é "tão certo quanto o calor do fogo" (Oi Capital Inicial!) que eu preciso me conectar com outras pessoas na cidade em que moro hoje.

Não sei se você pensa como eu nesse quesito, mas eu sou apaixonada por criar relacionamentos. De verdade. Me dá um prazer imenso conhecer novas pessoas, ouvir as histórias de suas vidas (por menos que eu conheça sobre elas) e, claro, compartilhar coisas minhas também. Me sinto meio que "um livro aberto", sabe? E não vejo problema nisso não. Mas, nem sempre foi assim. Na minha adolescência, por exemplo, eu era mais seletiva quanto às pessoas que de quem eu me aproximaria. Isso porque queria ter por perto pessoas que se parecessem comigo; pessoas que pensassem de um jeito muito similar ao meu. E, hoje, olhando para trás, eu confesso que eu tinha um jeitinho bem esquisito de pensar. Anyway ... Não é surpresa que eu tenha perdido a chance de conhecer e criar vínculos com pessoas incríveis. 

Comparando a minha antiga fase com a minha situação de raciocínio atual, me considero numa posição muito melhor. Como eu havia dito: aberta a novas possibilidades, ainda que o outro seja claramente diferente de mim. Não vou dizer que é fácil. Você deve saber. Como manter uma conversa com alguém que tem uma opinião política, religiosa ou seja lá o que for, que seja diferente da sua?! Posso ser sincera?! É interessantíssimo! Imagine só se nos relacionássemos (como eu tinha o hábito de fazer) apenas com pessoas que tem e-xa-ta-men-te as mesmas considerações que as nossas! Acho, francamente, que seria difícil aprendermos novos conceitos, ideias, vertentes, experiências ... Se conectar com alguém ou algo completamente diferente de você pode ser fascinante e extremamente educativo. Estamos vivendo um período no país em que as opiniões divergentes se chocam e causam discussões mirabolantes, muitas vezes, não é? E é perceptível a diferença entre uma pessoa que sabe se envolver e analisar outras ideias, daquelas que não sabem. Enfim, esse é apenas um pequeno exemplo de que como saber entender o diferente é saudável.

Não falo apenas de pessoas, não, não. Já passou pela sua cabeça ler um livro sobre um assunto que você nunca leria? Eu, por exemplo, não entendo bulhufas de Física, mas tenho pensado em ler alguma coisinha que me faça entendê-la melhor. Até por quê, pasmem, minha única nota vermelha na época da escola foi em Física. Amigos de exatas, tenham dó de mim.

Bem, acho que me prolonguei. Não quero me perder aqui, então, voltemos ao assunto inicial.

VOLTANDO AO ASSUNTO,

com toda essa coisa de conexão passando pela minha cabeça, eu sabia que precisaria estar aberta e disposta a me conectar com as pessoas, embora, muitas e muitas vezes, a opção de assistir a uma série, debaixo da cobertinha, abraçada com o coisinho (Bruno!) me pareça atraente demais. É, impulsos como esse devem ser superados para que a gente cresça e experimente coisas novas, né?! 

Então, como se a lei da atração estivesse funcionando perfeitamente, o Bruno e eu conhecemos (através dos meus cunhados) um casal muito gente boa. Mas muito gente boa mesmo, cara! A Dani e o Felipe. Em um dos encontros em grupo, como num passe de mágica unicórnico, a Dani nos convidou para um passeio de domingo que tinha tudo para ser in-crí-vel: passear de veleiro nesse marzão de Angra dos Reis. E nós, ainda que a timidez tentasse nos coagir, aceitamos. E foi a melhor decisão que tivemos para aquele domingo! 

SOBRE UM PASSEIO CHEIO DE DESCOBERTAS:

Saímos de casa na manhã do último domingo, e seguimos para o porto. O Felipe e a Dani nos apresentaram o veleiro Vovó Carmen com aquele brilhinho nos olhos. Que bonito, gente! Foi a primeira vez que o Bruno e eu entramos em um veleiro. E, posso te contar uma coisa? Eu moraria feliz da vida em um desses. Conversamos para caramba, comemos lasanha, derrubamos lasanha no veleiro (né, Dani?), o Bruno aprendeu lições de vela com o Felipe (tem muito o que aprender ainda, meu amor!) e rimos, rimos, rimos. Por um momento, queria mesmo que o tempo parasse. É preciso saber apreciar os presentes que a vida te dá enquanto, vez ou outra, você está focado apenas nos problemas. Agarre o seu presente, sério. Aquele marzão sereno me pareceu um presente estupendo da vida. Aaaah, não poderia deixar de contar que nesse passeio eu conheci a Ilha Grande pela primeira vez. EBA! Fomos à Lagoa Azul. E eu fico sem palavras mesmo. Fizemos vários registros e quero compartilhar com você, ao invés de ficar escrevendo igual a uma doidinha.
















Agora, depois de tanto texto e tanta informação, você para e me pergunta: Ô Laysla, o que você quer me dizer com tudo isso? 

O QUE EU QUERO TE DIZER COM TUDO ISSO?

Olha, eu quero te dizer muitas coisas. Mas, entre elas, eu quero dizer que:

❤ as coisas boas estão por perto, você só precisa tirar o foco daquelas que te parecem ruins. Mesmo que seja difícil, continue tentando, tentando, tentando (assim como eu); 
conhecer pessoas novas é brilhante e uma experiência de desenvolvimento pessoal incrível;
❤ e, mais que isso: através das conexõesentendemos a essência do amor e ele pode estar em qualquer - QUALQUER - detalhe.

Deixo, por fim, essa citação de Steve Pavlina, que resume muito bem o que quero dizer: 

"Uma das maneiras mais fáceis de se conectar amorosamente com outras pessoas é compartilhar algo com elas. Compartilhe uma conversa. Compartilhe experiências. Compartilhe histórias. Compartilhe risos. Compartilhe uma refeição. Compartilhe um jogo. Compartilhe-se. A vida está repleta de oportunidades para compartilhar momentos interessantes com as pessoas."

Um beijo para você e para a sua paciência de ter lido tudo isso. Compartilhe o que quiser comigo nos comentários. Eu vou amar ler! Beijos e até.

sábado, 14 de maio de 2016

COMO VOCÊ ATRAI O QUE TE FAZ MAL?

Costuma acontecer como quando você bate o dedinho do pé na cama, pragueja aos sete ventos o máximo que conseguir e, a partir daquele momento, todo o resto do dia parece ter sido coberto por uma maciça nuvem cinzenta. Já aconteceu com você?

Confesso que na minha vida dias assim acontecem, vez ou outra. Algo não sai tão bem quanto eu esperava e, como que por um louco vudu, o dia termina comigo tomando um comprimido para dores musculares e enxaqueca; como se aquela primeira chateação tivesse me feito “prever” tudo que, dali em diante, poderia dar errado. Mas, a graça da coisa – que aprendi há pouco tempo - é essa: eu não previ; eu atraí. É, atraí. Coisas muito mais bacanas poderiam ter me acontecido naquele dia, porém, eu preferi configurar a minha mente para que estivesse alerta a tudo de ruim que acontecesse. E, pasmem, aconteceu mesmo. Quando me atentei para isso, me dei conta de que se a gente programar a nossa mente para perceber o lado negativo das coisas, é exatamente isso que veremos. O ruim estará magicamente a nossa espera, justamente por estarmos focados nele.

Como professora, já vivi situações que comprovam essa teoria. Por exemplo, em dias que estou com uma energia baixíssima, o desejo de me expor em uma aula é bem menor. É evidente que, assim, ela não renda tanto quanto eu gostaria. Dramaticamente, naquele santo dia, parece que os alunos colaboram menos ainda que em outras aulas. Eu, com a minha teia de pensamentos negativos, prevejo: “Vai dar encrenca!”. E o que acontece, senhoras e senhores? Encreca,claro.

Contudo, em outros dias, estamos tão serenos que mesmo que os imprevistos insistam em acontecer, a gente os ignora brutalmente e continua bem. Já notou? Essa é a lei da atração. A lei que diz que você cria a sua realidade baseado em seus pensamentos. Às vezes, me pego pensando demais em determinado problema que pre-ci-so resolver. Independentemente de algo que eu venha a fazer, lá está ele: o problema me impedindo de ser livre. Agora me diz você, por que é que insistimos tanto em pensar naquilo que não queremos? De onde tiramos tanta energia para focar no pior? Há alguma coisa de muito errado nisso. Se ao menos pensar no pior nos afastasse dele … Mas, não! E está tão claro!

Assisti, por indicação da minha aluna Fernanda (Oi Fê!), à série The Secret – A Lei da Atração pelo YouTube (você encontra também no Netflix) e a estou digerindo desde então. Ela trata justamente dessa tal lei da atração. Embora eu ainda esteja refletindo sobre ela, muitos pontos fizeram sentido para mim e certas citações foram de um valor imenso. Quero listar algumas para você e, claro, espero que elas sejam úteis como têm sido para mim. Depois você me conta? Me despeço com elas! Beijos e até logo. Com certeza.

  • “Pensamentos materializam coisas.” (Mike Dooley)
  • “Dê o primeiro passo na fé. Você não precisa ver a escada inteira. Apenas dê o primeiro passo.” (Martin Luther King, Jr)
  • “Atraia o bem e não o mal. Eis o problema: a maioria das pessoas pensa no que não quer e se pergunta por que é que isso sempre acontece.” (John Assaraf)
  • “As vibrações das forças mentais são as mais sutis e, consequentemente, as mais poderosas que existem.” (Charles Haanel)
  • “O pensamento predominante ou a atitude mental é o imã, e a lei é a de que o semelhante atrai o semelhante; consequentemente, a atitude mental sempre atrairá as condições que correspondam à sua natureza.” (Charles Haanel)