domingo, 12 de junho de 2016

COM AMOR, PARA O MEU NAMORADO.


(❤ Inspirado na música "Ainda", do Silva. Põe pra tocar?!)

Ainda espero, ansiosa, a sua hora de chegar em casa. Antes, a minha; hoje, a de nós dois. Para te abraçar apertado e encher a sua cabeça de coisas que passaram pela minha durante o dia. Ainda não aprendi a te deixar descansar.

Ainda dou risadas, sinceras, de quando você dança seus passos desconjuntados a qualquer hora. Não sei se é para me fazer rir; não sei se é para se fazer rir. Sei que, tanto para um, quanto para outro, dá certo. Sempre dá.

Ainda percebo o seu cuidado. E noto que ninguém, além de meus pais, já me cuidaram assim. Me emociono, ainda, quando coloca o lanche na minha bolsa; me dá o remédio e o copo d'água na mão; faz sopa de batatas quando gripo; se envolve, mesmo que estando tão cansado.

Ainda me envaideço quando me elogia, mesmo que eu teime em discordar. Não sei como você dá conta desse meu "do contra". Mas, mesmo assim, o que você me diz, afaga; e essa minha mania de não aceitar se esvai. Sempre vai.

Ainda te acho tão bonito! A sua barba, mesmo que me arranhe. Seu cabelo enroladinho. Seus olhos pequenos, apertados. Sua pele clara, sempre tão macia. Seu perfil de Marcelo Camelo do litoral. Tudo o que vejo em você ainda me encanta como no primeiro dia.

Juntos, já temos tempo. E temos tantos "aindas"! Como esse aqui: eu ainda te amo.

AINDA MAIS.

No Festival Internacional de Teatro de Angra dos Reis, no dia do nosso primeiro beijo. Lembra?

3 comentários:

Deixe o seu traço riscar!